Workshop, Livro de artista com Pedro David na Villa Sophia – RJ

Workshop, Livro de artista com Pedro David na Villa Sophia – RJ

De 15 de junho – 18 de junho

 

A VILLA:
A Villa Sophia, um casarão histórico no charmoso bairro de Santa Teresa no Rio de Janeiro, que pertence à fotógrafa Anna Kahn, nasceu há 2 anos com vocação para receber diversos artistas do mundo inteiro. Neste tempo, já passaram por aqui: Miguel Chikaoka (Fotoativa), Alexandre Sequeira (Belém), Iatã Cannabrava (Estúdio Madalena), Diógenes Moura (Pinacoteca), Sarah Meister (MOMA), Milton Guran (FotoRio), Eugênio Sávio (Foto em Pauta, Tiradentes), Rosangela Rennó (Galeria Vermelho), entre outros grandes nomes da fotografia mundial, incluindo Gueorgui Pinkhassov da agência Magnum. Em maio deste ano, iniciou uma série de WS imersivos com Eustáquio Neves.

Artista:
Pedro David fez parte do projeto Paisagem Submersa (realizado entre 2002 e 2008, junto com Pedro Motta e João Castilho) que foi marcante para fotografia brasileira dos últimos anos, justamente pelo recorte que escapou do documental, misturando realidade, fantasia e arte contemporânea. Este pensamento está em suas imagens até hoje.

Pedro dedica-se a interpretar, através de diversas vertentes da fotografia, as relações entre o homem e seu ambiente, seja na natureza ou na busca em encontrar um lugar para se viver nos centros urbanos. Suas fotografias não pretendem apenas documentar as interferências do homem no ambiente, mas fabricar novas formas de vê-las e criar jogos de percepção.

Pedro David, ganhou vários prêmios importantes de fotografia no país, dentre eles o prêmio Fundação Conrado Wessel de Arte 2012; com a série Madeira de Lei, sobre uma natureza angustiada, transformada artificialmente pelo homem; Sua “Fase Catarse” reuniu três séries produzidas entre 2008 e 2011 — “Aluga-se”, “Coisas caem do Céu” e “Última Morada”, que trazem em comum a interpretação do ambiente urbano particular do artista visual mineiro. Já em “360 metros quadrados”, realizada com o prêmio Funarte Marc Ferrez de fotografia de 2012 e a Bolsa Residénces Photoquai, do Museu Quai Branly, de Paris, ele se propôs o desafio de retratar diversos cenários limitado ao espaço doméstico.

PROGRAMAÇÃO:
Na imersão na Villa Sophia, o artista pretende mostrar parte de sua produção, que chega aos 20 anos de trabalho, com comentários sobre o processo criativo, motivações, contextos e formas de elaboração e escoamento, através de projeção de imagens de trabalhos, registros de exposições, impressões e livros de artista. Também serão abordados trabalhos de referência e os trabalhos dos participantes, que serão guiados no processo de edição, impressão e montagem de um livro de artista em formato brochura.

Maiores Informações – gabrielamassotelima@gmail.com
www.villasophia107.com

 

O FotoRio e o Centro Cultural Correios convidam para a abertura de seis exposições do festival – dia 07 de Junho  Quarta às 19:00  22:00

O FotoRio e o Centro Cultural Correios convidam para a abertura de seis exposições do festival – dia 07 de Junho Quarta às 19:00 22:00

Dia 07 de Junho

Quarta às 19:00 – 22:00

Centro Cultural dos Correios    Rua Visconde do Itaboraí, 20 – Centro, 20010-060 Rio de Janeiro

 

O FotoRio e o Centro Cultural Correios convidam para a abertura de seis exposições do festival:

DIMINUTA NATUREZA E TRÊS PICOS | AFNATURA
Curadoria: Gustavo Pedro

Organizada pela AFNatura, Associação dos Fotógrafos de Natureza, a mostra é um convite para se refletir, através da fotografia de paisagem, sobre os biomas brasileiros. Reúne obras de Ary Amarante, Eduardo Zuppani, Fábio Colombini, Haroldo Palo Jr, João Marcos Rosa, José Caldas, José Medeiros, Lena Trindade, Leonide Príncipe, Luciano Candisani, Luis Claudio Marigo, Marcos Amend, Monique Cabral, Príamo Mello, Renato Soares, Ricardo Siqueira, Valdemir Cunha, Virgínio Sanches, Zé Paiva, Zig Koch.

AUSÊNCIA | NANA MORAES

Ausência, é uma investigação sobre maternidade nas prisões, levada a efeito através de um projeto criado especialmente para esse trabalho, intitulado Projeto Travessia, realizado no presídio feminino Nelson Hungria, no Complexo de Gericinó. Este é um projeto artístico/humanista cujo objetivo foi criar uma via de comunicação e expressão entre as mães encarceradas no sistema prisional e seus filhos por meio da Correspondência Fotográfica. A exposição é composta por painéis elaborados pela autora, retratos das mães presidiárias e de extratos da correspondência.

ARPOADOR – ENTARDECER AOS DOMINGOS | PETER LUCAS

Segundo seu autor, o norte-americano Peter Lucas, aos domingos, a transição do entardecer para o anoitecer é diferente dos outros dias no Arpoador. A passagem do tempo parece suspensa. Este sentimento de domingo parece trazer um sentimento de melancolia e a mortalidade presente em todas fotografias.

PONTOS EM FUGA | THOMAS VALENTIN
Curadoria: Andreas Valentin

A exposição é constituída por três séries – Túnel, Lagoa e Arena – que acompanham e, ao mesmo tempo, subvertem a lógica racional da perspectiva de tal como foi anunciada pelo seu primeiro formulador, Leon Battista Alberti, em 1435. Nas imagens, pontos e linhas permanentemente em fuga provocam estranhamentos e contestam a “indissolúvel harmonia” das partes e do todo renascentista.

CHINA DE UM CHINÊS | WANG WEIGUANG

A exposição reúne 40 fotografias em PB do fotógrafo chinês sobre a vida cotidiana da China atual, apresentando em amplo panorama das suas diversas províncias.

CORPO | ZHU HONGYU

Exercício de percepção plástica do corpo feminino em linhas e massas de luz em uma instalação composta de dez imagens – sendo duas em tamanho natural.

SERVIÇO

Visitação de 8 de Junho a 6 de Agosto.
Terça a domingo, das 12 às 19h.

FotoRio 2017 – MULHER EM FOTO

FotoRio 2017 – MULHER EM FOTO


MULHER EM FOTO

No Centro Cultural Correios
Mesas-redondas – Palestras – Projeções – Debates
Coordenação: Silvana Louzada

 

Programação – sempre das 17h às 19h:

– 08/06: Fotógrafas brasileiras na foto de 6 Nov 2016 – com Andreas Farias, Bruna Prado, Luciana Macedo, Simone Marinho e Wania Corredo. Mediação: Ioana Mello

– 09/06: YVY – Mulheres da Imagem – Organização: Marizilda Cruppe, com Bárbara Cunha (PE), Claudia Ferreira (RJ), Flávia Correia (AL), Isabella Lanave (PR) e Maíra Cabral (MG). Mediação: Ioana Mello

– 10/06 – Débora 70 – “Trajetória” e Fernanda Chemale – “Rastros D’Eu” – projeção com debate – Mediação Cristina Zappa

– 13/06: Fotógrafas Pretas – com Fernanda Dias, Lita Cerqueira e Valda Nogueira (Imagens do Povo) – Mediação: Thaís Rocha

20/06: Mulher, fotografia e história – com Maria do Carmo Rainho, Thereza Bandeira de Mello e Mariana Muaze – Mediação: Silvana Louzada

– 22/06: A mulher na fotografia pública: Cláudia Andujar, Geneviève Taylor e Nair Benedicto – Ana Maria Mauad (LABHOI / UFF)

– 27/06: Fotógrafa: Rua, Polícia e Comunidade – com Jussara Paixão (fotógrafa da Polícia Civil), Márcia Foletto (O Globo), Taís Alvarenga (Imagens do Povo) – Mediação: Silvana Louzada

29/06: Relato de Experiência com Claudia Ferreira – fotógrafa, autora dos livros: Mulheres em Movimento e Marcha das Margaridas.

Resultado da Impressão Fine Art – Gerenciamento do Perfil de Cor

Resultado da Impressão Fine Art – Gerenciamento do Perfil de Cor

Como conseguir atingir os melhores resultados em sua impressão fine art ?

Procure um estúdio de impressão certificado, que garanta a qualidade no processo de impressão.

Acompanhe o processo de ajuste e criação do perfil de cor para o Papel escohido.

Faça o ajuste da imagem para garantir o melhor contraste, cores e nitidez.

Acompanhe o vídeo a baixo e boa sorte.

 

A PandoraPix é um  estúdio de impressão fine art certificado pela Hahnemühle no Rio de Janeiro.

A PandoraPix é um estúdio de impressão fine art certificado pela Hahnemühle no Rio de Janeiro.

Atendemos Fotógrafos, artistas, designers, curadores, produtores, arquitetos, amantes da imagem

e demais profissionais do mercado de arte.

Produzimos desde caixas de portfolio até exposições completas, imprimindo em diversos suportes. 

Nossas impressões são feitas seguindo padrões museológicos, em papel de algodão Hahnemuhle, Canson, 

Awagami que garantem durabilidade de até 250 anos.

Utilizamos materiais de PH neutro, monitores calibrados, impressora HP Designjet com boca de 111 centímetros

e 12 cores em pigmento mineral, e todo o nosso processo é supervisionado por profissionais com experiência no

ramo de ampliações fotográficas. Cuidamos com excelência da sua impressão: desde o tratamento das imagens

e da garantia de fidelidade de cores até a entrega em sua casa!

Oferecemos atendimento personalizado para que vocês tenham a certeza da qualidade e durabilidade de seus trabalhos.

Ajudamos você realizar seu Projeto. Fazemos tratamento de imagens e interpretação junto  com o autor.

Atendimento com hora marcada. PandoraPix é a sua nova opção de ateliê de impressão fine art.

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Rua das Laranjeiras, 336 Laranjeiras – RJ

21 3283 8000

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O que é Washi ? – Papel Japonês feito à mão.

 

 

Em novembro de 2014, sob o título único de “Washi”,  o papel japonês feito à mão, foi considerado  patrimônio cultural pela  UNESCO.

Hoje usado principalmente para shoji (portas de papel), caligrafia e conservação e trabalho de restauração. O papel extraordinariamente durável é feito à mão a partir da árvore kozo (paper mulberry), e especificamente a partir das fibras longas e duras apenas sob a casca que são considerados para ter muitas impurezas para outras formas de papel. Durante o processo ambientalmente amigável, o kozo cultivado localmente é colhido no inverno, a casca exterior vapor, as fibras fervidas, batido à mão, misturado com mucilagem na água e, em seguida, filtrada com uma tela de bambu emoldurada de madeira para formar folhas; O papel resultante é seco em tábuas de madeira ou de metal. A arte de hoje é o trabalho de fabricantes de papel especializados em uma associação de artesãos, para quem Sekishu-Banshi é a fundação de seu ofício e uma das partes mais importantes de sua herança cultural. Eles passam suas técnicas tradicionais para jovens sucessores por meio de treinamento prático, preservando um senso de continuidade e identidade. País (s) do país: Japão © 2008 por Hamada City, Sekishu-Banshi Craftsmens Association

 

Washi é feito à mão papel produzido usando técnicas tradicionais japonesas. Em novembro de 2014, sob o título único de “Washi, artesanato de papel japonês tradicional feito à mão”, Hosokawa-shi da Prefeitura de Saitama, Honmino-shi da Prefeitura de Gifu e Sekishu-banshi da Prefeitura de Shimane foram registrados no Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO Lista.

Sekishu-banshi é produzido com um conjunto refinado de materiais constituintes que lhe confere uma qualidade particularmente durável. Enquanto outras formas de washi são fabricadas em Sekishu-o que é agora a parte ocidental da Prefeitura de Shimane-Sekishu-banshi é distinguida, entre outras coisas, por seu tamanho padronizado de 25cm x 40cm.

A história de Sekishu-banshi pode ser rastreada até o período de Nara (710-794). É descrito no Manyoshu, a mais antiga antologia existente da poesia japonesa tanka, em obras do renomado poeta Kakinomoto no Hitomaro, que escreveu sobre o papel feito à mão de Sekishu. Sekishu também foi mencionado como um importante centro de produção de papel na Engishiki, um registro de leis e costumes publicados durante o Período Heian (794-1185). E no período de Edo (1603-1868), os comerciantes em Osaka apreciaram altamente a qualidade do banshi Sekishu-feito, e transformaram-se transformaram-se a marca principal usada para o papel do livro-razão.

Sekishu-banshi incorpoerates fibras de kozo (paper mulberry), mitsumata (paperbush Oriental) e gampi (um arbusto japonês cravo-like), suplementado com tororo-aoi (raízes de hibisco fermentado). Estes materiais são misturados e escavados usando uma tela de malha feita de bambu ou grama de serra. A pasta é então balançada, e o excesso de água é drenado para fora. Este processo é repetido várias vezes até que uma folha úmida de papel é formada. O processo geral é chamado de nagashi-suki, ou de papel de descarte de água. Embora este método também seja usado para produzir outras marcas de washi, o kozo e o tororo-aoi colhidos localmente são da qualidade particularmente elevada, tendo por resultado um produto terminado excepcionalmente durável e lustroso. Sekishu-banshi é dito ser tão forte que não rasgará mesmo se dobrado mais de 3.000 vezes.

Sekishu-banshi pode ser encontrado em uma grande variedade de produtos, de construção e papel de caligrafia para cartões de visita e tanzaku (pequenas tiras de papel usado para haiku-escrita) le viagra fr. Localmente feito através do uso de materiais e técnicas tradicionais, Sekishu-banshi é entrelaçado com o coração da cultura japonesa.

Tudo sobre impressão fine art

Tudo sobre impressão fine art

O que é Fine Art ?

São impressões de fotografias, desenhos, pinturas e arte digital por processo de dispersão de pigmento mineral em papéis de fibra de algodão, alfacelulose, fibra de bambu e outras matérias primas, usando o mais rigoroso gerenciamento de cor  e equipamentos de última geração, realizado por profissionais experientes, garantindo que a cópia impressa será fiel ao arquivo enviado em seus mínimos detalhes e cores.

A preocupação com a durabilidade é uma das principais características desse tipo de impressão, podendo a mesma alcançar mais de 250 anos de permanência, caso sejam respeitadas as devidas condições de exibição e armazenamento. Para que uma impressão seja considerada padrão fine art, tanto os papéis (geralmente de fibras de algodão, kozo ou semelhante) quanto as tintas de pigmento mineral costumam ser certificadas e normatizadas.

É importante nesse processo a experiência do impressor que, trabalhando em conjunto com o artista, consegue dar um significado maior as imagens, agregando valor a todo o processo, Sendo complementado sempre pela montagem do trabalho, ou seja, moldura com passe-partout de padrão conservação, fundo como barreira de qualidade conservação de 100% PH neutro, e todo o conjunto assinado e certificado.

O que é “Giclée”?

O termo Giclée, no início da tecnologia digital, se dava ao processo de fazer cópias (reproduções ou gravuras) de obras de arte em impressoras jato de tinta e papéis fine art. Essas reproduções, quando feitas de maneira correta, tem a vantagem única de que as cores dificilmente ficarão esmaecidas ou desaparecerão. A reprodução giclée é idêntica à cor do original, e algumas destas cópias são capazes de enganar até mesmo o olho mais treinado; a qualidade das impressões em canvas  é notável. Hoje a palavra é usada livremente tanto para reproduções de obras de arte quanto para fotografias impressas em papéis nobres.

Procure  um estúdio certificado

Procure um estúdio que esteja  aptos a emitir certificados de autenticidade, controlar tiragens e proporcionar uma qualidade de materiais e processos superiores. Certificados agregam valor à suas obras, comprovando sua autenticidade e suas especificações de tiragem ao mesmo tempo que atestam a qualidade da impressão, especificando o tipo de papel e o pigmento utilizado. O controle das tiragens é indispensável no caso da produção de séries limitadas, facilitando o seu controle sobre as obras e, ao mesmo tempo, uma valiosa ferramenta para o comprador que pode certificar-se da autenticidade das obras que está adquirindo e dispor de informações sobre suas características e materiais.

Veja como preparar seu arquivo para impressão Fine Art.

Nossas recomendações são:

1. Primeiro, Trate a imagem em seu tamanho original, deixando os cortes (crops) e interpolações para o final, pois isso facilita a sua vida no caso de uma mudança de planos. Isso vale tanto para imagens capturadas em JPG quanto em RAW. Entretanto, prefira imagens em formato RAW ou TIFF. Se possível, trabalhe com fotos em 300dpi.

2. Impressão Fine Art Digital se faz em RGB, diferentemente de gráficas, que trabalham com CMYK, Por isso, Não converta seus arquivos para CMYK. Provavelmente eles entraram no seu computador como RGB, então deixe-os assim.

3. Sempre que possível trabalhe suas imagens em Adobe ProPhoto. Os melhores equipamentos de impressão existentes hoje, presentes na PandoraPix, já conseguem imprimir em ProFoto, então use-o para tirar o máximo proveito das impressões. Você pode até trabalhar em espaços maiores, como Prophoto RGB, mas deverá converter para Adobe RGB na hora de gerar o arquivo de saída. Ao converter no Photoshop tenha atenção para os “rendering intents”, alterne entre “relative colorimetric” e “perceptual” com a pré-visualização ativada e escolha o que melhor lhe servir.

4. Se você estiver tratando em ProPhoto RGB, usar 16 bits é praticamente uma regra. Já em Adobe RGB é uma boa ideia. Durante o tratamento 16 bits pode fazer toda a diferença evitando a ocorrência de “bandings” em degradês, por exemplo, De qualquer forma, não temos qualquer objeção em receber e imprimir arquivos em 8 bits caso seja de sua preferência.

5. Mesmo que você tenha capturado a imagem em JPEG, após tratá-la salve em algum formato que não use compressão com perda. Os melhores formatos são TIFF ou PSD prix viagra en pharmacie. Quanto menos dados comprimidos pelo JPEG, melhor.

6. Nos informe caso tenha alguma dúvida antes de gerar o arquivo final. Nosso serviço inclui a atenção especial de uma equipe pronta para analisar seu trabalho. Se possível, traga a versão original, já tratada, mas sem cortes, pois, em uma eventual interpolação, em acréscimos de margens ou outros procedimentos, isso será util. A escolha do papel é uma etapa muito importante e ninguém melhor que um especialistas para auxiliá-lo. Conte conosco e faça uma visita para conhecer os papéis!

7. Tenha atenção na forma de envio do seu arquivo para o impressor. O ideal é que você o leve em um pen-drive ou um hd externo e observe o processo de impressão de seu trabalho. Entretanto, caso não consiga estar presente nesse processo, utilize serviços como o WeTransfer ou Dropbox onde você pode enviar arquivos de até 2 gb. Evite anexar seus arquivos no email, pois pode haver problemas na hora do envio. Dessa forma, você aumentará a qualidade de suas impressões. aproveitando nossos serviços ao máximo.

Impressões

Oferecemos papéis alemães Hahnemühle, franceses da Canson, e os japoneses da linha Awagami do tipo Washi (feitos a mão). Também Imprimimos em Canvas dos mesmos fabricantes.Trabalhamos com a impressão em formato de folhas soltas, sendo os seus tamanhos mais comuns A4 (21×29,7cm), A3 (29,7×42cm) e A2 (42×59,4cm), impressos com uma margem branca de aproximadamente 1,5 cm nos quatro lados; E, também, em formato de Rolo, onde o tamanho máximo de nossa boca de impressão é 111cm.

Detalhes dos papéis

Impressão em papéis 100% algodão texturizados: São os papéis mais nobres das linhas Canson e Hahnemühle. Todos 100% algodão e manufaturados em sistema de mesa redonda, como o William Turner, Torchon, Edition Etching . São texturizados e foscos.

Impressão em papéis 100% algodão: São os papéis mais usados das linhas Canson e Hahnemühle Fine Art, todos alcalinos, manufaturados em sistema de mesa plana, como o Canson Rag, Hahnemühle Photo Rag e o Photo Rag Baryta. Estes papéis são lisos quando foscos, e levemente texturizados quando semi-brilho (Photo Rag Baryta e Platine).

Impressão em papéis de alphacelulose: São os papéis alfacelulose das linhas Canson ou Hahnemühle FineArt, todos alcalinos, como o Canson Baryta, PhotoGloss, Hahnemühle Silk Baryta, FineArt Baryta e FineArt Pearl.

Impressão em papéis especiais e canvas: Temos papéis Rice Paper e Bamboo da Hahnemühle e papéis Awagami, que é um papel especial japonês. O canvas que utilizamos é o Monet 410 gsm, também da Hahnemühle. Utiliza-se verniz glossy, satin ou fosco para dar acabamento nas impressões em Canvas.

Metacrilato

Metacrilato é um termoplástico transparente, usado frequentemente como uma alternativa leve e resistente. Quimicamente, é o polímero sintético de metacrilato de metila. No mercado de arte brasileiro, “metacrilato” passou a ser sinônimo de se montar fotografias embutidas entre duas placas de acrílicos, prontas para serem penduradas nas paredes, dispensando qualquer outro tipo de moldura; a montagem em metacrilato produz a sensação de profundidade e tridimensionalidade nas fotografias, sendo bastante apreciada nas galerias de arte contemporânea e decorações

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