Abertas inscrições para o Grand Prix Fotofestiwal 2018 – Polônia.

Abertas inscrições para o Grand Prix Fotofestiwal 2018 – Polônia.

Estão abertas as inscrições para o Grand Prix Fotofestiwal 2018, convocatória do festival de fotografia que será realizado durante o mês de junho do ano que vem em Łódź, na Polônia.

A participação é aberta a fotógrafos profissionais e amadores de qualquer nacionalidade e faixa etária.

As inscrições podem ser feitas até 26 de novembro de 2017 através do site.

Cada participante pode enviar um ou dois projetos com 10 a 20 fotos (fotos únicas ou série).

A taxa de inscrição é de 25 euros para cada projeto enviado. Leia o regulamento.

O vencedor receberá um prêmio em dinheiro no valor de R$ 9.000).

Os 10 finalistas terão seus trabalhos expostos durante o festival em Łódź, que recebe mais de 20 mil espectadores anualmente.

Aberta Convocatória do Festival de la Luz – Argentina – 2018

Aberta Convocatória do Festival de la Luz – Argentina – 2018

Estão abertas as inscrições para a convocatória do XX Encuentros Abiertos – Festival de la Luz 2018, que vai selecionar trabalhos fotográficos para uma série de exposições que acontecerão por toda a Argentina entre agosto e setembro do ano que vem. Essa edição do festival tem como tema “Por la Vida”.

Podem participar fotógrafos e coletivos de qualquer nacionalidade, sem limite de quantidade de projetos. As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de outubro através do e-mail produccion@encuentrosabiertos.com.ar.

Os participantes devem enviar entre 10 e 40 fotos acompanhadas de dados pessoais, currículo e texto descritivo do trabalho.

As propostas serão avaliadas por um Comitê de Seleção composto por Elda Harrington, Silvia Mangialardi e Frank Rodick.

O resultado será anunciado em março de 2018 e os trabalhos selecionados deverão ser entregues emoldurados e prontos para serem pendurados.

 

Acesse o site para mais informações.

Exposição Natureza Concreta – Curadoria de Mauro Trindade

Exposição Natureza Concreta – Curadoria de Mauro Trindade

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 9 de setembro a 12 de novembro de 2017, a exposição NATUREZA CONCRETA, que discute e aprofunda um tema de interesse permanente na arte, na ciência e na filosofia: as relações dos seres humanos com a natureza e o mundo que os cerca. Entre fotografias, vídeos e instalações em formatos variados, serão apresentadas 94 obras de 17 artistas e grupos brasileiros. O projeto tem curadoria de Mauro Trindade e patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Participam da exposição: Alexandre Sant’Anna, Ana Quintella & Talitha Rossi, Ana Stewart, Bruno Veiga, Cássio Vasconcellos, Claudia Jaguaribe, Gilvan Barreto, Greice Rosa & Grupo A CASA, Hugo Denizard, Iatã Cannabrava, José Diniz, Luiz Baltar, Marco Antonio Portela, Pedro Motta, Rogério Faisal e Rogério Reis. Em todos, há uma preocupação permanente com a relação entre o homem e o meio ambiente, um tema cada vez mais redescoberto na fotografia contemporânea e que se volta para as próprias origens da arte fotográfica.

Os trabalhos oferecem a oportunidade de se discutir temas como cidades, habitação, mobilidade, ecologia e sustentabilidade, economia e tecnologia, e história e transcendência, sempre colocando o ser humano em perspectiva. “Através das obras de alguns dos maiores nomes da fotografia contemporânea brasileira, a exposição Natureza Concreta propõe uma ampla reflexão a respeito dos limites entre natureza e cultura, objetividade e subjetividade. Os trabalhos operam em um campo ampliado da fotografia, que inclui impressões em materiais variados, vídeos e instalações”, comenta o curador Mauro Trindade.

Na exposição, o público poderá conferir, por exemplo, as fotos inéditas de Alexandre Sant’Anna que renovam o olhar sobre a Amazônia, superando o modelo exótico e colorido da região; as imagens noturnas de Cássio Vasconcellos, reveladoras da serialização da sociedade contemporânea; a série Quando Eu Vi – Bibliotecas, de Claudia Jaguaribe, que propõe uma revisão do conceito de paisagem natural; a série Parques, de Rogério Faisal, que confronta o vazio urbano; e as imagens de pacientes psiquiátricos e travestis de Hugo Denizard.

 

Atividades extras:

No dia 16 de setembro (sábado), às 15h, o curador Mauro Trindade realiza uma visita guiada aberta ao público, com lançamento do catálogo da exposição.

E no dia 28 de outubro (sábado), às 15h, o curador e alguns artistas recebem o público para um bate-papo gratuito. Os ingressos para esta atividade serão distribuídos 30 minutos antes na bilheteria da CAIXA Cultural

Onde:

Av. Almirante Barroso, 25 – Centro
Rio de Janeiro
(21) 3980-3815
Rock in Rio,  Galeria Movimento  e  PandoraPix.

Rock in Rio, Galeria Movimento e PandoraPix.

Em pleno dia mundial do rock a nova Cidade do Rock recebeu 5 dos maiores grafiteiros do país:  Toz, Tinho, Mateu Velasco, Ramon Martins e BR Bogossian que levam seu talento e suas cores aos contêineres que farão parte da cenografia do palco StreetDance no Rock in Rio.

A curadoria é de Ricardo Kimaid Jr da Galeria Movimento,  e a PandoraPix vai produzir   200 impressões  Fine Art dessa intervenção que terão um certificado  numerado e assinados pelos artistas.

As obras  fazem parte do projeto “Arte por um mundo melhor”   e serão vendidas durante o Rock in Rio,  a receita resultante dessa venda será revertida para o Amazonia Live, projeto socioambiental do Rock in Rio, para o plantio de árvores.

 

 

PandoraPix – sua melhor impressão.

PandoraPix – sua melhor impressão.

A PandoraPix é um estúdio de impressão fine art certificado pela Hahnemühle no Rio de Janeiro.

Estamos em Laranjeiras e atendemos em nosso estúdio : galerias, museus, fotógrafos, artistas, designers,
curadores, produtores, arquitetos, amantes da imagem e demais profissionais do mercado de arte.

Nossa produção abrange desde caixas de portfolio até exposições completas, imprimindo em
diversos suportes (papel, canvas,, metacrilato).

Nossas impressões são feitas seguindo padrões museológicos, em papel de algodão Hahnemuhle, Canson
e Awagami que garantem durabilidade de até 250 anos.

Utilizamos materiais de PH neutro, monitores calibrados, impressoras HP Designjet Z3200PS,
com 12 cores de pigmento mineral considerada a melhor e mais moderna impressora para impressões Fine Art.

Somos os únicos no Rio de Janeiro que fazemos certificado numerado e com selo holográfico para as obras.
Enviamos anexo gratuitamente uma obra e seu respectivo certificado para ilustração.

Auxiliamos a realização de projetos de exposição, fazemos tratamento de imagens e interpretação com
o autor ajudando a decidir a melhor mídia para cada trabalho.

Todo o processo supervisionado por profissionais com experiência no ramo de Impressões, ampliações fotográficas, e tratamento de imagem.

Cuidamos com excelência da sua impressão, oferecemos atendimento personalizado e com hora marcada, para quevocê tenha a maior atenção e a garantia da melhor qualidade final do trabalho.

A PandoraPix é a sua nova opção de ateliê de impressão fine art no Rio de Janeiro.

Conte conosco!

Agende sua visita.

www.pandorapix.com

Laranjeiras – RJ

21 3283 8000

 

Exposição Solotransição de Xico Chaves na galeria Movimento

Exposição Solotransição de Xico Chaves na galeria Movimento

Solotransição, título dado por Xico Chaves à sua primeira exposição em galeria particular desde 1989, é esclarecedor já que aponta não somente para as transformações ocorridas em seu trabalho neste período , como também para a consolidação do eixo poético que nucleia seu processo criativo.

O trabalho de Xico Chaves vem se desenvolvendo desde os primórdios dos anos 70 em torno de questões recorrentes como o interesse pela experimentação de linguagens e meios técnicos de natureza diversa. Mas ao lado dessa vertente experimental voltada para a reconstrução poética da vida contemporânea por meio de ações multimidiáticas, Xico vem produzido pinturas e objetos cujo silêncio difere da ruidosa fricção entre arte, palavra e mídias técnicas tão característica de sua obra.

Tal polarização entre o silencio de um ofício ancestral, como a pintura, e a articulação narrativa da crítica política e ideológica aos meandros obscuros do poder institucionalizado − por meio de interlocução alternativa com a cultura popular urbana brasileira − configura, esclarece e justifica a liberdade de Xico ao editar poesia e visualidade, tecnologia e artesanato, articulando-os em rede.
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Há, portanto, uma contiguidade coerente entre o fazer manual da pintura e o apreço de Xico pela potência temático –semântica das novas tecnologias da imagem (da fotografia à computação). Característica que nos permite afirmar que o núcleo investigativo de qualquer obra de Chaves resulta do afloramento crítico do que os discursos sobre a arte e a sociedade costumam velar

Toda a pintura do artista, desde as séries mais antigas – como as da Nova Matéria, da década de 80 − às mais recentes – como as da série The Big Bang (2017) foi produzidacom minerais, pigmentos naturais e resina acrílica com o intuito de tornar visíveis os materiais de que são feitas, de trazer à superfície da Terra, suas entranhas. Há aqui, sobretudo, a intenção de revelar essa potência invisível (posto que oculta) pelo simples ato de trazê-la à luz tornando-a aparente (e acessível ao olhar).

Tais pinturas e objetos, portanto, não buscam seu sentido nem na palavra, nem na imagem figurada, mas no teor semântico inerente aos materiais neles utilizados. Expostos numa ordenação compositiva mínima estes materiais parecem evocar simbolicamente um âmbito fundamental e permanente (mas não ontológico) que precede, e sobreviverá por milênios ao contexto histórico em que vivemos e onde hoje Xico decisivamente atua.

Por estas razões, a despeito parecerem abstratos, esses trabalhos podem ser tomados, inversamente, como âncoras poéticas do processo criativo experimental de Xico Chaves.

Fernando Cocchiarale

curadoria: Fernando Cocchiarale e Lais Denise Santana

NFORMAÇÕES DE CONTATO ADICIONAIS
contato@galeriamovimento.com
www.galeriamovimento.com
Av. atlantica 4240 – 212 e 213
Rio de Janeiro
(21) 2267-5989
Exposição do fotógrafo Demian Jacob

Exposição do fotógrafo Demian Jacob

Abertura da exposição do fotógrafo Demian Jacob e curadoria de Joaquim Paiva e Marcos Bonisson. Esta exposição é resultado da primeira edição do Prêmio Ateliê da Imagem de Fotografia,

O trabalho Devaneios se manifesta a partir de uma poética espacial, por diferentes vertentes, seja no exercício de ordenação ou na tentativa de refletir o mundo ao redor.

Uma constelação de signos visuais em rotação, quase-filme, quase-livro. Uma pesquisa que se desenvolve no cotidiano, seres presentificados pela sua ausência.

Através da pele das coisas, atitudes se tornam formas. Capturas feitas entre o início de 2014 e o final de 2016, com negativo 35mm, em fluxo, a maioria das vezes com uma câmera no automático.

Demian jacob é artista visual brasileiro do Rio de Janeiro, formado em Geografia e Meio Ambiente na PUC- Rio e Pós graduado em Fotografia memória e Comunicação pela UCAM, durante a gradução

frequentou vários cursos de fotografia arte e design. Em 2015 formou-se em fotografia grande formato pelo ICP-NY, paralelamente ao curso trabalhou com fotógrafos como Marcelo Gomes em Nova Iorque.

Recentemente teve a série de polaroide “Objetos Deslizantes” selecionada para fazer parte da coleção do Museu de Arte do Rio – MAR.

Seu trabalho tem ênfase na percepção de uma nova paisagem e relação do homem com o espaço geográfico. Usando sempre os recursos da fotografia revelando seus próprios negativos, usando a Polaroid e

o super8 filme desenvolve pesquisas em diferentes áreas.

http://www.demianjacob.com/

Rumos Itaú Cultural 2017-2018

Rumos Itaú Cultural 2017-2018

Projeto tem  cerca de R$ 15 milhões para Projetos, o Itaú Cultural abriu  as inscrições para o Rumos 2017-2018, edital público de fomento à produção e à difusão de trabalhos de artistas, produtores e pesquisadores brasileiros.

As inscrições para essa  edição  vai  até 3 de novembro, exclusivamente pelo  site rumositaucultural.org.br. O resultado será anunciado até o dia 28 de maio de 2018, com divulgação da lista de projetos no site do Itaú Cultural.

 

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